Para a Sra. Presidente, e ao Sr. Governador
Meu pai foi assaltado. Os senhores sabem o que é sentir medo? Sabem o que é ser amedrontado e encurralado por medo de um assalto, ou sequestro? Não, eu não quero nem um pouco parecer moralista. Longe disso, eu quero que vocês mostrem as facetas que são devidas à sociedade, e se mostrem devidamente conscientizados da pobre segurança que vocês têm. Hoje eu poderia ter terminado a minha noite sem uma notícia ruim, sem medo, sem ódio, ao menos, eu poderia ter dormido com esses sentimentos adormecidos, alienados, dentro de mim. Mas meu pai foi assaltado, senhores. Por dois homens armados com pesadas armas, que invadiram o escritório de trabalho dele. Amanhã é dia do trabalhador neste país, ironia não? Os senhores hoje contribuíram para a minha perda de esperança nesse país, e olhem, eu sou uma brasileira com orgulho. Mas essa segurança pública tem me causado repugnância, e pela má gerência de vocês ela tem tido constante piora; não me venham com estástiscas baratas, e falsas dizendo o contrário. Ontem meu pai foi sequestrado, hoje ele foi assaltado, essa é a melhora que vocês têm proporcionado? Vocês têm provocado a ira na sociedade, tem criado uma sociedade “faca na caveira”, que quer fazer justiça com as próprias mãos, porque as mãos dos senhores estão abanando para o que nós estamos sofrendo. Os senhores têm seguranças armados, casas monitoradas, e assim também a família. Vocês estão seguros, e eu não me perturbo quanto a isso, mas eu gostaria de ter tal tranquilidade também para a minha família. Agora eu vou tentar dormir, travesseiro e consciência (quase) todos têm, dorme quem pode.
Me. Photographer.
You. Person who likes receiving (free) postcards?
I’m mailing out free postcards of my photography prints to anyone who wants one! Just send me your address/PO box/wherever you’d like it sent! More info here.
So far, I’ve had postcard requests from nearly every continent! (Except Antarctica. So, if you are Antarctican…this is your opportunity!)
Please re-blog this as much as you’d like!
2012, um ano, e tantos aprendizados através de muitas risadas, de alguns bons choros, de tantos olhares, de muitas palavras, conversas, alguns medos. Poucos amores, mas um amor a mais por mim mesma. Pontos baixos, pontos altos, um tempo de alguns saltos. Sobretudo um ano de auto-conhecimento, e de apenas um início. Doze meses de agradecimento à Deus por tudo que tem me dado, todo amor, saúde, paz, felicidade, longevidade. Por ter mantido minha família, meus amigos. Duas grandes saudades plantadas no meu coração. Tempo de fixar amizades mais do que fazer novas, de provar amizades, de resgatar, guardar. Dias de indecisão necessária, crescimento à força! É, aprender a ser gente grande não é mesmo fácil. Além de difícil, é confuso. É só recomendado a gente quase grande mesmo. Entre céus azuis, ensolarados ou não, vocês, dias de 2012 - que não foram poucos, foram 366 dias - me trouxeram amadurecimento, de todas as formas que eu podia, ou não imaginar, realmente! Obrigada Deus, família, amigos, todas as pessoas que fizeram meus dias acontecerem. Levo esse ano como o ano de aprimoramento da minha vida.
Espero que eu seja alguém,
Alguém que exista,
Sobretudo que insista,
Em ser quem é, e fazer o que faz.
Alguém que você encontre,
E felizmente reencontre,
Para que possa contar pro que der vier,
Que eu seja alguém que marque a vida,
E não só por feridas,
Que eu seja uma pessoa querida,
E seja confiável porque teve a quem confiar:
A alegria desmedida,
E a lágrima caída,
Mas sobretudo que cante e dance,
Porque a vida está solta no ar.
Valéria H.B. - Novembro 06, 2012.
Perdoa-me Senhor,
Eu soube honrar,
Mas não soube amar,
Queria ter tido coração,
Mas tive erros,
E não houve perdão,
Não soube andar sem cair,
E sem às vezes sorrir,
Eu tentei mostrar quem eu era,
Mas eles só viram pedra,
Viram a pedra, mas não viram seu valor,
Portanto, perdoa-me Senhor,
Eu não soube sempre amar,
Quem sempre me causava dor.
Valéria H.B. - Outubro 08, 2012.
Algumas vezes você escolhe o silêncio, o silêncio de um olhar, de um beijo, de uma resposta, você escolhe um grito mudo, não por ser o mais fácil, mas por ele falar por si só, por ele ser maior do que qualquer palavra, ou gesto que, o interrompe.
_
Sometimes you choose silence, the silence of a look, a kiss, an answer, you choose a silent scream, not because it is the easiest, but it speak for itself, because it is bigger than any words or gesture that interrupts.
Valéria H.B.